março 29, 2019

[LANÇAMENTO] O DIÁRIO DE MR. DARCY, DE AMANDA GRANGE, EM NOVA EDIÇÃO

Sinopse: “Esta graciosa continuação de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, enfoca os conflitos de Mr. Darcy e as dificuldades do seu relutante relacionamento, da rejeição inicial à luta desesperada para conquistar o coração da moça. Orgulho e Preconceito tem inspirado um grande número de sequências nos dias de hoje, mas O Diário de Mr. Darcy é a mais bem-sucedida das que incidem sobre o rico e orgulhoso cavalheiro.”

Tradução: Andrea Carvalho

 

A Pedrazul está relançando O Diário de Mr. Darcy e essa capa já me fez suspirar quase tanto quanto a leitura do livro! Essa é uma versão de Orgulho e Preconceito pelo olhar de Mr. Darcy, escrito por Amanda Grange. Aqui no blog tem resenha para quem quiser saber mais.

 

 

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Chegamos ao topo da colina.

‘Bom, e o que você acha da vista?’, Elizabeth perguntou para mim.

Eu me virei para olhar para ela.

‘Gosto bastante’, eu disse.

Ela estava tão bonita que eu me rendi ao desejo de beijá-la. Ela ficou surpresa a princípio, mas então correspondeu carinhosamente, e eu soube que o nosso casamento seria feliz em todos os aspectos.” (p. 187)

 

 

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novembro 11, 2016

[RESENHA] O DIÁRIO DE MR. DARCY, DE AMANDA GRANGE

Sinopse: “Best-seller na Inglaterra e na lista do New York Times, O Diário de Mr. Darcy (Darcy’s diary), de autoria da inglesa Amanda Grange, conta a história do mesmo casal de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, mas do ponto de vista do Mr. Darcy, e não de Elizabeth. Um dos romances clássicos mais famosos do mundo que conta o drama de um cavalheiro que luta para não sucumbir ao amor. Uma imaginação hábil e graciosa do ponto de vista de um dos heróis mais amados da mais duradoura história de amor de todos os tempos.”

 

O Diário de Mr. Darcy foi escrito por Amanda Grange e publicado no Brasil pela Pedrazul Editora. Neste romance, somos transportados de volta ao mundo de Orgulho e Preconceito, e conhecemos um pouco mais de um dos heróis mais amados da literatura mundial, Mr. Darcy.

Quando eu soube que O Diário ia ser publicado no Brasil, minha primeira reação foi a de não querer ler de forma alguma. Muito desta antipatia inicial foi motivada por uma antiga e inacabada leitura do livro Cinquenta tons do Sr. Darcy. Não estou comparando, nem poderia, mas disse a mim mesma que nunca mais leria nenhuma história paralela, inspirada, ou que tivesse qualquer relação com o meu querido Orgulho e Preconceito. Com a proximidade da pré-venda, li muitos comentários elogiando o livro e me interessei. Li  As Sombras de Longbourn e adorei. Conheci outras boas adaptações do clássico e fiquei encantada… Meu preconceito, então, foi superado e comprei o livro. Não me arrependi e a leitura superou todas as minhas expectativas! O Diário de Mr. Darcy é ótimo e quem ama Orgulho e Preconceito pode e deve ler, sem medo de ser feliz!

Uma ressalva que faço é que quem não leu o livro de Jane Austen, leia-o antes do Diário. Aqui, temos a visão do Mr. Darcy sobre a história, assim como seus sentimentos e desejos. Justamente por ter sido escrito em forma de diário, o livro retoma muitas situações e diálogos de Orgulho e Preconceito, mas também exclui bastante coisa. Afinal, só escrevemos em nosso diário aquilo que mais nos interessa, o que é mais marcante em nossas vidas, não é verdade?

 

 

O primeiro relato de Mr. Darcy em seu diário é sobre o que aconteceu entre Wickham e Georgiana. Foi bem interessante ler algumas partes que não foram contempladas no livro de Austen, como detalhes do casamento entre Wickham e Lydia, por exemplo. Não tem como não rir das observações de Mr. Darcy quando este conhece a sociedade de Hertfordshire. Do ponto de vista dele, realmente, muitas pessoas, creio eu, agiriam da forma como ele agiu. De repente, com um pouco menos de antipatia, mas isso depende da personalidade de cada um.

Quando conhece Elizabeth, nosso herói passa a escrever mais e com mais vontade em seu diário. A personalidade dela o encanta, mas, como sabemos, muita coisa acontecerá até que o orgulho e o preconceito sejam superados. Mesmo sabendo da história, fiquei na expectativa dos acontecimentos; o que me fez ler o livro em tempo recorde! Mesmo equivocado em algumas situações, é impossível não se apaixonar por Mr. Darcy novamente com a leitura deste livro.

A única coisa que não sai da minha cabeça enquanto escrevo é o olhar que vi nos olhos de Miss Elizabeth Bennet quando eu disse que ela não era bonita o suficiente para me despertar o desejo de dançar. Se não fosse experiente, eu o teria achado irônico. Sinto-me um pouco desconfortável por ela ter me ouvido, não tive a intenção de que as minhas palavras chegassem aos seus ouvidos. Mas seria tolo em me preocupar com os sentimentos dela, seu temperamento não é delicado, e se puxar à sua mãe, não se sentirá magoada.” (p. 28)

 

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Muitas mulheres daquela época, especialmente no círculo social ao qual Mr. Darcy pertencia, eram caçadoras de fortuna e prestígio. Eram muito prendadas em bordado, pintura, mas não tinham personalidade. Eram ensinadas a viver de acordo com o que fosse adequado para um marido, qualquer que fosse. Mr. Darcy fica, de certa forma, surpreso com o jeito de Elizabeth. Ela era uma mulher inteligente, de espírito livre e, mesmo negando-se a admitir, ele sente-se atraído por sua mente, além dos seus belos olhos, é claro.

Conversar com Elizabeth é diferente de conversar com qualquer outra pessoa. Não é uma atividade comum. Pelo contrário, é um exercício estimulante para a mente.” (p. 42)

“Ela é diferente de qualquer mulher que eu tenha conhecido. Ela não é bonita, mas ainda assim acho que preferiria olhar para o rosto dela a olhar para qualquer outro. Ela não é graciosa, mas ainda assim seus modos me agradam mais do que qualquer outro que eu tenha conhecido. Ela não é culta, mas ainda assim ela tem uma inteligência  que faz dela uma oradora vigorosa, e que deixa suas conversas estimulantes. Havia muito tempo que eu não esgrimia com as palavras, na verdade, não estou certo se havia feito isso alguma vez antes… E ainda assim com ela estou frequentemente engajado em um duelo de sagacidade.”

“Seria ela uma esfinge enviada para me torturar? Deve ser, pois os meus pensamentos não costumam ser tão poéticos.” (p. 46)

 

Prepare-se para odiar (ainda mais) Caroline Bingley e também para uma cena inusitada em Pemberley (imagine Mrs. Bennet e Lady Catherine de Bourgh juntas)! Sobretudo, prepare-se para um Mr. Darcy como você nunca viu.

Chegamos ao topo da colina.

‘Bom, e o que você acha da vista?’, Elizabeth perguntou para mim.

Eu me virei para olhar para ela.

‘Gosto bastante’, eu disse.

Ela estava tão bonita que eu me rendi ao desejo de beijá-la. Ela ficou surpresa a princípio, mas então correspondeu carinhosamente, e eu soube que o nosso casamento seria feliz em todos os aspectos.” (p. 187)

 

Agora a vontade de ler todos os outros Diários que a Amanda Grange publicou é enorme! Quem sabe o sucesso desta primeira publicação em português motive a Pedrazul Editora a trazer também os outros livros da autora inspirados nos heróis dos romances de Jane Austen? Vamos ficar na torcida!

 

 

Título: O Diário de Mr. Darcy
Autora: Amanda Grange
Tradução: Andrea Carvalho
Editora: Pedrazul
Páginas: 220

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