maio 15, 2018

[LANÇAMENTO] DO OUTRO LADO DO OCEANO, DE LAÍS RODRIGUES

Sinopse: “Intermediando passado e presente, duas grandes histórias de amor. Lady Catherine foi criada para ser submissa, recatada e para se casar com um rico aristocrata. Porém, a despeito de seu contínuo esforço e da educação rígida de sua preceptora, ela não consegue se comportar como uma perfeita dama. Para piorar, acha todos os cavalheiros enfadonhos, até conhecer um belo e sedutor estrangeiro. Quando uma tragédia choca a pequena cidade de Backhan, Lady Catherine vê-se em uma encruzilhada: deve buscar a verdade, mesmo que isso a faça perder as pessoas que ama? No presente, Cathy Murray é uma garota tímida e sonhadora de uma cidade pacata da Califórnia que escreve e publica contos usando um pseudônimo. Quando seu talento secreto é descoberto por uma das maiores editoras da Europa, ela tem a oportunidade de mudar-se para a Inglaterra, onde conhece um fascinante estrangeiro, Apesar de sua desconfiança em relação ao sexo oposto, Cathy encontra-se cada vez mais envolvida por um homem que mal conhece, e cuja família é rodeada por segredos e mistérios.”

Capa: Gisely Eliza Fernandes

 

Já está disponível em e-book Amazon o mais novo lançamento da autora Laís Rodrigues! Do outro lado do oceano é uma adaptação de A Abadia de Northanger, de Jane Austen e promete ser uma história tão viciante quanto Primeiras Impressões. 

Em breve o título sairá em formato físico pela Pedrazul Editora, que também anunciou a reimpressão de vários livros esgotados e lançamentos imperdíveis!

 

 

SOBRE A AUTORA: Laís Rodrigues é uma advogada de 32 anos que lê desde criança. Ao contrário da maior parte dos autores, nunca havia sonhado em escrever. No entanto, depois que começou, apaixonou-se totalmente pela escrita, e, para a sorte do leitor, não consegue mais parar. Além de Do Outro Lado do Oceano, é dela também Primeiras Impressões, ambas adaptações contemporâneas de obras de Jane Austen, de quem é grande fã. Ela também é autora de Heart of Fire, fantasia para jovens adultos que faz parte da série The Elements. Laís é baiana e mora no Rio de Janeiro com o marido e três gatos, pois acabou de resgatar outro, há três meses.

 

maio 14, 2018

[LANÇAMENTO] TENTE OUTRA VEZ, DE FABIANO JUCÁ

Sinopse: “Acima de tudo, uma história sobre amor. Amor a si e aos outros, amor ao mundo. 
Amor, amar e ser amado (Leticia Cavalcante, escritora).  

E se uma música fosse a chave de comunicação entre dois mundos? Um convite para esta obra de gênero híbrido entre a ficção científica, o espiritual e o drama.

Uma história surpreendente. Uma grande reviravolta. Uma jornada. Solomon, às voltas com problemas no casamento, se vê, em dado momento, num mundo onde sua esposa e sua filha… nunca existiram. É aí que começa a sua batalha, com a ajuda de um velho tagarela e risonho chamado Amit, que mais atrapalha que ajuda.”

 

Fabiano Jucá está lançando em formato físico o livro Tente outra vez, edição revista e com essa capa lindíssima da história com milhares de leituras na plataforma Wattpad, onde o autor é sucesso entre os leitores. O livro pode ser comprado no site da Fênix Produções Editoriais  ou diretamente com o autor, em seu perfil no facebook. 

 

 

Já li outros textos do autor e posso afirmar que, no mínimo, o que você vai encontrar em Tente outra vez é um texto super bem escrito e que vai te prender até a última página. Estou ansiosa para ler esse lançamento, em breve vai ter mais sobre o livro por aqui!

março 09, 2018

[RESENHA] ALÉTHEIA, DE SORAYA COELHO

Sinopse: “Quantas histórias cabem em um dia? O mendigo choroso segurando um fitilho vermelho. Irmãos malabaristas tirando seu troco no semáforo. Uma senhora dolorosamente comum sentada ao seu lado no metrô, repetindo um tique no cantinho dos lábios. Coisas fantásticas cabem na normalidade das nossas 24 horas. Eis aí uma Alétheia.”

 

Leia também: Duas histórias de Soraya Coelho para ler ainda hoje.

 

Primeiramente Fora Temer, vamos ao significado de Alétheia:

Alétheia (em grego antigo: λήθεια, «verdade», no sentido de desvelamento: de a-, negação; e lethe, «esquecimento»), para os antigos gregos, designava a verdade e a realidade, simultaneamente.

Em Sein und ZeitMartin Heidegger retomou o termo para definir a tentativa de compreensão da verdade. Realizou uma análise etimológica do termo a-letheia, atribuindo-lhe a significação de «desvelamento». Portanto, para Heidegger, alethéia é distinta do conceito comum de “verdade” – esta considerada como um estado descritivo objetivo.

Alétheia (em grego Ἀλήθεια), era uma Daemon que personificava a verdade, a honestidade e a sinceridade. Seus Daemones opostos eram Dolos, a trapaça, Apate, o engano, e Pseudea, a mentira, sua equivalente na mitologia romana era Veritas. Segundo uma fábula de Esopo foi criada por Prometeu em sua forja, com a ajuda de seu servo Dolos, a artimanha e as más artes:

“Dolus (trapaça) foi um dos aprendizes do astuto Prometheus, o Titan artífice. Quando este pretendia criar Veritas (Alétheia) para que regesse o comportamento dos homens, uma chamada de Iuppiter lhe obrigou a ausentar-se. Deixou Dolus custodiando a inacabada obra e este, inflamado de ambição, aproveitou a saída de seu mestre para fazer com suas próprias mãos uma figura exata em aparência a que estava fazendo Prometheus. Só lhe faltava terminar os pés quando ficou sem argila, e quando regressou com ela, encontrou o Titan que já havia regressado e, se divertindo pela semelhança das estátuas, havia metido as duas no forno para que terminasse de fazê-las, apesar de que a feita por Dolus não tinha pés. Uma vez terminada a obra lhes insuflou vida, e é por isso que Veritas (Alétheia), a verdade, caminhava graciosamente enquanto sua irmã gêmea, Mendacium (Pseudos), a mentira, segue seus passos cambaleando e quase sem sustentar-se. Por isso se diz que ainda que uma empresa feita com mentiras pareça começar com bom pé, no entanto sempre prevalecerá a verdade.”– Esopo, Fábula 530.

 

Fontes: Wikipedia: Alétheia e Wikipédia: Alétheia (Mitologia).

 

Alétheia foi um dos melhores livros que eu li em 2017. Em uma época a qual eu estava com o tempo curto para embarcar em leituras mais longas, fui surpreendida por dois livros de contos que me marcaram profundamente: este, de Soraya Coelho e Olhos D’água, de Conceição Evaristo.

Em Alétheia temos, de forma geral, uma antologia de verdades. Sobre o mundo, sobre a nossa própria vida. Verdades mesmo. É daqueles livros que você lê e, quando termina, volta e lê mais um pouquinho. É desconfortável se reconhecer em alguns pontos das histórias, mas ao mesmo tempo, é reconfortante saber que não estamos sozinhos.

A antologia é formada por dez contos, alguns bem curtinhos, mas com a qualidade de serem “precisos como uma picada de agulha”, como diria o escritor Dalton Trevisan. São todos muito bons, mas metade deles, na minha opinião, são ótimos. Lição de casa, Trabalho, João e Maria, Diante do espelho (que eu quase confundi com um dos contos de Conceição Evaristo ao fazer a resenha de Olhos D’água) e Peito queimado, são sensíveis e de impacto ao mesmo tempo. Acredito que quem não tenha lido nada de Soraya Coelho até hoje vai se render ao talento da autora só de ler esses contos.

 

“Existe uma diferença básica entre palpitar e pulsar. (…)

Palpitar sugere a possibilidade de nada ser feito. (…)

Já pulsar é impetuoso. Zune como uma lâmina de uma espada ou como uma flecha cortando o ar. Acerta o alvo. Faz o seu trabalho. O coração das mocinhas palpita, mas os das velhas senhoras pulsa.”

 

Alétheia tem prefácio de Jana Bianchi e é um livro que, absolutamente, faz o coração do leitor pulsar. Se eu fosse você, leria o quanto antes.

 

 

P.s.: Desculpem-me por não falar tintim por tintim sobre cada um dos contos. Quero que vocês recebam a picada sem muito aviso prévio. Acreditem: se eu contar demais, vou estragar a experiência de leitura de vocês e esse nunca foi o meu objetivo por aqui.

 

 

Título: Alétheia
Autora: Soraya Coelho
Editora: Publicação Independente
Páginas: 49

Compre na Amazon (disponível para assinantes Kindle Unlimited): Alétheia.

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