julho 28, 2017

[LANÇAMENTO] QUANDO OS CÉUS CONSPIRAM, DE CHIRLEI WANDEKOKEN

 

Já está disponível em e-book na Amazon o novo lançamento de Chirlei Wandekoken, Quando os Céus Conspiram! Essa é mais uma história do universo do Quarteto do Norteiniciado com A Estrangeira. Você pode adquirir o livro em formato digital neste link ou ler gratuitamente pelo kindle unlimited. Veja a sinopse abaixo:

 

Ela sabia fazer sexo, mas ele ensinou-a a fazer amor!

Inspirado na história real de Charlotte Hayes (século XVII), uma linda cortesã de um bordel londrino conhecido como “convento”, Quando os Céus Conspiram narra as histórias de Amy Hayes e o conde Filippo Raspail.

A linda camponesa escapara de ser estuprada por lorde Patchetts para dois anos depois ser violentada pelo filho bêbado de um fazendeiro. Desonrada, ela se muda para Londres em busca de trabalho. Mas Amy era bonita demais para ser empregada de uma dama. Ninguém queria aquela ameaça em sua casa. Restara a ela, portanto, A Casa das Damas, um conhecido bordel londrino que mantinha carruagem e criados de libré para suas damas da noite que eram ensinadas a se portarem como educadas ladies. Quando o visconde de Beauchamp, um dos lordes mais terríveis de Londres, tornara-se seu protetor, Amy caíra em total desgraça. Obrigada a ir com ele para Paris, num esquema de traição à Coroa Britânica, ela é salva por um cavalheiro quando tentava se matar no rio Sena.

Filippo Raspail era um nobre que, como Amy Hayes, tivera um passado tremendamente infeliz. Tudo que ele queria era cumprir seus dias na terra para finalmente encontrar sua amada Juillet no outro lado do desconhecido. Morta há mais de 20 anos, ele se enterrava com ela, pois a amargura o consumia dia após dia. Quando os céus conspiraram a favor deles, Amy, que odiava todos os homens, tivera que aprender que nem todos eles eram bestas, como ela os chamava, e Raspail que a vida podia não ser tão lúgubre assim.

 

julho 14, 2017

[RESENHA] FRONTEIRA DA PAZ, DE CHIRLEI WANDEKOKEN

Sinopse: “Lady Leanah sempre fora a boa moça. Fazia tudo o que se esperava de uma dama. Manteve-se pura à espera de seu príncipe, o cavalheiro que ela sempre amara, lorde Robert Percy, o irmão mais novo do conde de Northumberland, Edward Percy. Quando, finalmente, já com 23 anos, está prestes a realizar o seu sonho e casar-se por amor, Robert se casa às pressas com sua antiga prometida, Charlotte Mortimer, uma prima por parte de mãe, e a abandona. Decidida a se vingar, lady Leanah se aproxima de Elizabeth Douglas, uma cortesã regenerada, e implora para que a ensine a deixar todos os homens aos seus pés.

Quando o bom moço lorde Robert Percy, finalmente, recebera a aprovação do conde seu irmão, Edward Percy, para se casar com a linda lady Leanah, a irmã do conde de Douglas, da ancestral família inimiga dos Percy Northumberland, ele cai numa armadilha preparada por lorde Mortimer e tem, por honra, que se casar com sua prima Charlotte. Entretanto, jurou jamais tocar um só dedo nela. Afinal, como dissera o tio, ele já não a tinha deflorado? Cansado de ser o bom homem, o lorde se torna um dos maiores pervertidos da Europa e, para sair de Londres, a exemplo de seu pai, ele parte para a Índia. Quando na guerra de Folly de Auckland, ao lado de lorde Palmerston, ele entra em combate, a única pessoa que não esperava encontrar naquele lugar e, ainda por cima num bordel, era Leanah. O que, por Deus, ela estaria fazendo ali?!

Obrigada a se casar com o primo lorde Robert Percy, Charlotte Mortimer foge logo após o casamento. Seu próprio pai, por causa de dinheiro, conspirara para que aquela união acontecesse. Embarcada num navio com destino à América do Sul, com um nome falso, ela sofre um naufrágio fraudulento e é resgatada por um desconhecido. Sem se recordar quem é, apaixona-se pelo capitão do navio, um homem enigmático, com aparência celta, que a toma como mulher.

Um histórico romance sobre a vida das cortesãs inglesas e o império britânico e seus laços pelo mundo.”

 

É difícil dizer, mas talvez Fronteira da Paz tenha sido o meu livro favorito dentre as histórias secundárias de A Estrangeira. Afinal, melhor que uma história de amor, são duas histórias de amor completamente diferentes, lindas e entrelaçadas!

Robert, irmão mais novo do conde de Northumberland, como já era de se imaginar, estava prometido há anos em matrimônio à sua prima, Charlotte Mortimer. Entretanto, apaixonara-se por Lenah Douglas e estava decidido em se casar com ela, ainda que a moça fosse irmã de um arqui-inimigo de seu irmão.

O pai de Charlotte, temendo perder o acordo financeiro que seria propiciado pelo matrimônio e percebendo que o noivo talvez não cumprisse a promessa de casamento, resolve interferir e armar uma situação em que houvesse uma dívida de honra que só pudesse ser reparada com o casamento imediato dos jovens: Robert é pego em flagrante no quarto de Charlotte, ela nua na cama.

O casamento foi feito às pressas e Robert, furioso, deixa a residência dos Mortimer. Afinal, já que havia indícios de que ele havia deflorado a moça e ele fora forçado a se casar, não havia mais nada que ele pudesse ou quisesse fazer.

Charlotte, que também fora enganada, pois estava dopada no momento do flagrante, vê-se abandonada com seu inescrupuloso pai, pois Robert jamais aceitaria viver com ela. Pensou rapidamente, pegou o dinheiro que escondia em seu quarto e fugiu, para que não fosse mais forçada a nada.

Lenah, desiludida e sem ter para onde ir, pois seu irmão perdera toda a fortuna da família em jogatinas, procura a prima Elizabeth, que está bem estabelecida com Eliza (A Estrangeira), mas no passado fora uma cortesã. Queria aprender tudo o que fizesse um homem enlouquecer a fim de poder vingar-se de Robert, por tê-la abandonado. Elizabeth aceita ser a professora de Lenah, no entanto a faz jurar que jamais irá se prostituir e garante-lhe ajuda financeira.

Charlotte, em sua fuga para a América, conhece o sedutor capitão do navio que a transportará. O interesse entre os dois é rápido e espontâneo, mas Aedh Garvery foge de Charlotte por saber que ela é casada. Quando ela o procura para falar de seus sentimentos, o navio é atacado por piratas e Charlotte acaba sofrendo uma pancada na cabeça. Ao acordar, pensa que o capitão é seu marido e fica difícil, para ele, contar toda a verdade: em parte por não saber muita coisa sobre Charlotte e, também, por estar irremediavelmente apaixonado por ela.

Não sei se é perceptível pelas palavras que usei até agora, mas meu casal favorito aqui é Charlotte e o capitão Aedh! Não que a outra história não seja boa, mas quem resiste a um capitão de um navio conhecedor do Novo Mundo? A história ainda guarda muitas surpresas e deliciosas reviravoltas e certamente quem ama um bom romance vai adorar! Em Fronteira da Paz as mocinhas são duas personagens dignas de nota: mulheres destemidas que vão em busca de seu futuro e sabem muito bem o que querem.

Fico agora na torcida para a próxima publicação do universo de A Estrangeira. Sim, há um certo conde francês que também terá sua história contada, o Fillipo Raspail. E eu já estou aqui, na primeira fila, aguardando ansiosa para ler! Além de ótima editora, Chirlei é uma grande escritora, tem um olhar sagaz que tanto reconhece quanto sabe contar uma boa história.

 

 

 

Título: Fronteira da Paz (O Quarteto do Norte, livro 4)
Autora: Chirlei Wandekoken
Editora: Pedrazul
Páginas: 97

 

Para ler um trecho deste livro, clique aqui.

 

 

Links para comprar a série O Quarteto do Norte:

A Estrangeira (Livro Impresso);

A Estrangeira (E-book);

A Ama Inglesa (E-book);

Um Cocheiro em Paris (E-book);

Fronteira da Paz (E-book).

 

julho 12, 2017

[RESENHA] UM COCHEIRO EM PARIS, DE CHIRLEI WANDEKOKEN

Sinopse: “Quando o duque de Belvoir teve que sair às pressas da casa de Juliette Drouet, a amante de Victor Hugo, para não ser pego em flagrante pelo próprio escritor, sua única alternativa foi dirigir a própria carruagem pelas vielas de Paris. O que ele não esperava, contudo, era que tivesse que socorrer uma dama que acabara de chegar à cidade. A carruagem do Hôtel de Ville, que fora buscá-la no porto, havia quebrado um eixo e ele passava no exato momento do acidente. Não teve alternativa senão esconder a sua identidade, pois a jovem estava acompanhada justamente da ordinária baronesa viúva de Patchetts, uma antiga vizinha do duque seu pai, no Norte da Inglaterra. Tudo o que ele — o duque inglês bastardo — não podia, naquele momento, era ser reconhecido. Assim, apresentou-se como o cocheiro do conde Filippo Raspail e prestou socorro às damas.

Fruto da relação de um poderoso duque inglês, que não tivera filhos no casamento, com uma cortesã francesa, Belvoir — assumido pelo pai — vivia uma vida desregrada em Paris. Embora na juventude tivesse tido certa proteção moral por parte dos amigos, o duque de Prudhoe e o conde de Northumberland, sofrera muita rejeição da aristocracia britânica, sendo chamado de ‘lorde bastardo’. Por isso, tinha convicção absoluta de que nunca se casaria com a filha de nenhum deles. Belvoir só não contava que Harriet Neville, a lady que socorrera, se apaixonaria de verdade por ele, mesmo achando que fosse um humilde cocheiro.”

 

Um Cocheiro em Paris é o terceiro livro da série independente O Quarteto do Norte, de Chirlei Wandekoken, publicado pela Pedrazul Editora. Aqui, temos a história de um simples cocheiro e de uma dama, que se apaixonam contrariando todas as expectativas da sociedade.

O simples cocheiro na verdade, nós logo descobrimos, é Oliver Ashlie Stanhope, o duque de Belvoir. Ele vivia uma aventura com ninguém menos que a amante de Victor Hugo e no meio da noite teve de sair às pressas do quarto da mulher, pois o escritor, por pouco, não os pegara em flagrante.

Chegando à sua carruagem, Belvoir percebe que o cocheiro havia sumido, de forma que resolve, ele próprio, conduzir o veículo. Um pouco à frente, um acidente travava o caminho e ele resolve ajudar os feridos, desalinhado como estava.

Entre os feridos estavam a velha baronesa de Patchetts e Harriet Neville, esta última, a prima prometida em casamento ao conde de Northumberland via acordo familiar, amplamente discutido em A Estrangeira.

A baronesa, histérica, ordena que o maldito cocheiro, aquele bastardo, tirem-nas logo daquela confusão de carruagens quebradas. Belvoir as ajuda, assumindo ser um simples cocheiro, e fica encantado com a doçura de Harriet, que corresponde.

Harriet Neville, embora prometida ao primo, jamais pensara em se casar com ele. Inclusive, soube que ele estaria fortemente envolvido com a tal estrangeira, a miss Schumacher. Ela achava melhor assim. Era uma jovem fora dos padrões físicos impostos pela sociedade, tinha formas voluptuosas e era complexada pelo tamanho dos seios, bastante fartos. Belvoir adorava-a também por ser assim, uma moça que não era bela como as mais belas da sociedade, como fora sua mãe, uma mulher promíscua na juventude.

Um Cocheiro em Paris é menos picante que A Ama Inglesa, mas sua história é igualmente linda e tem seus toques de sensualidade. Em meio a casamentos por interesse e arranjos matrimoniais selados na infância, esta novela mostra que um amor verdadeiro pode nascer na situação mais improvável.

 

 

 

Título: Um Cocheiro em Paris (O Quarteto do Norte, livro 3)
Autora: Chirlei Wandekoken
Editora: Pedrazul
Páginas: 86

 

Para ler um trecho deste livro, clique aqui.

 

Links para comprar a série O Quarteto do Norte:

A Estrangeira (Livro Impresso);

A Estrangeira (E-book);

A Ama Inglesa (E-book);

Um Cocheiro em Paris (E-book);

Fronteira da Paz (E-book).

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