agosto 14, 2018

[RESENHA] UMA DAMA FORA DOS PADRÕES (OS ROKESBYS #1), DE JULIA QUINN

Sinopse: “Às vezes você encontra o amor nos lugares mais inesperados…

Esta não é uma dessas vezes.

Todos esperam que Billie Bridgerton se case com um dos irmãos Rokesbys. As duas famílias são vizinhas há séculos e, quando criança, a levada Billie adorava brincar com Edward e Andrew. Qualquer um deles seria um marido perfeito… algum dia.

Às vezes você se apaixona exatamente pela pessoa que acha que deveria…

Ou não.

Há apenas um irmão Rokesby que Billie simplesmente não suporta: George. Ele até pode ser o mais velho e herdeiro do condado, mas é arrogante e irritante. Billie tem certeza de que ele também não gosta nem um pouco dela, o que é perfeitamente conveniente.

Mas às vezes o destino tem um senso de humor perverso…

Porque quando Billie e George são obrigados a ficar juntos num lugar inusitado, um novo tipo de faísca começa a surgir. E no momento em que esses adversários da vida inteira finalmente se beijam, descobrem que a pessoa que detestam talvez seja a mesma sem a qual não conseguem viver.”

 

Estou disposta a ler tudo o que for publicado em português de Julia Quinn, e livro certamente não vai faltar: a autora, que já vendeu mais de 850 mil livros pela Arqueiro e terá sua série mais aclamada — Os Bridgertons — adaptada para a Netflix, continua conquistando leitores mundo afora com seus delicados romances de época.  Seu lançamento mais recente no Brasil, Uma dama fora dos padrões, não foge à regra: quando o leitor percebe, já se rendeu completamente ao romance e aos personagens.

Uma dama fora dos padrões (Os Rokesbys #1), é uma trama que se passa antes dos Bridgertons. A protagonista, Billie — Sybilla Bridgerton — é a irmã mais velha do futuro Visconde Briderton, patriarca da amada e mais famosa família criada por Julia Quinn. Ela é tida como fora dos padrões porque, aos 23 anos, seu interesse principal é cuidar da propriedade de sua família, o que faz muito bem por sinal, até que o irmão tenha idade suficiente para assumir suas responsabilidades como herdeiro do título e de tudo o que vem com ele. Billie é uma típica moça do campo, livre, sem muito traquejo para assuntos e tarefas femininas da sociedade a qual pertence. Usa calcas e lê sobre agricultura, por exemplo. Tem uma vaga certeza de que se casará com um dos irmãos Rokesby, Andrew ou Edward. Definitivamente sabe que não se casará com George, o herdeiro do condado. A partir daí o leitor deduz facilmente que o casal, aqui, é Billie e George, pois é assim que funciona nos romances de Julia Quinn. Não é spoiler, é informação que vem na contracapa e eu já me rendi por esse jeito descomplicado de contar histórias, marca registrada da autora.

 

“Mesmo naquela época, ela já sabia que não era como as outras garotas. Não queria tocar piano ou costurar. Queria estar ao ar livre, voar na garupa de seu cavalo, a luz do sol dançando pela sua pele enquanto seu coração pulava e corria com o vento.

Ela queria levantar voo.

Ainda queria.

Se beijasse George… Se ele a beijasse… A sensação seria a mesma?” (cap. 16)

 

George Rokesby, o mocinho, não era exatamente como os irmãos: herdeiro do título, foi criado desde cedo para tal, com todas as responsabilidades e restrições que exigem o cargo. Isso, além da diferença de cinco anos entre ele e Billie, não permitiu que George ficasse cavalgando pela propriedade, subindo em árvores etc, coisas que seus irmãos mais novos faziam em companhia da garota. Os Bridgertons e os Rokesbys além de vizinhos eram muito próximos, como se fossem da mesma família.

A aproximação entre o casal é lenta. Apesar de se conhecerem há anos, Billie e George nunca foram exatamente amigos. Então muitas coisas acontecem até que a amizade fique mais próxima e depois eles percebam que estão apaixonados um pelo outro. Até quase a metade do livro tive a impressão de que não ia acontecer nada além de alguns diálogos bem humorados e algumas fagulhas entre os dois, mas em seguida tudo foi ficando mais romântico e eu só consegui parar de ler quando cheguei ao fim.

 

“Billie sorriu, e George ficou sem ar. Ninguém sorria como Billie. Nunca sorriria. Ele sabia disso há anos e ainda assim… só agora…” (cap. 14)

 

Uma dama fora dos padrões é uma delícia de livro. Com uma trama descomplicada, mas ao mesmo tempo viciante, Julia Quinn mais uma vez nos presenteia com o tipo de história que só faz bem ao coração.

 

 

 

Título: Uma dama fora dos padrões (Os Rokesbys #1)

Autora: Julia Quinn

Tradução: Viviane Diniz

Editora: Arqueiro

Páginas: 272

Compre na Amazon: Uma dama fora dos padrões (Os Rokesbys #1)

 

agosto 16, 2017

[RESENHA] A SOMA DE TODOS OS BEIJOS, DE JULIA QUINN

Sinopse: “Um brilhante matemático pode controlar tudo… A não ser que um dia exagere na bebida a ponto de desafiar o amigo para um duelo. Desde que quebrou essa regra de ouro, Hugh Prentice vive com as consequências daquela noite: uma perna aleijada e os olhares de reprovação de toda a sociedade. Não que ele se importe com o que pensam dele. Ou pelo menos com o que a maioria pensa, porque a bela Sarah Pleinsworth está começando a incomodá-lo.

Lady Sarah nunca foi descrita como uma pessoa contida… Na verdade, a palavra que mais usam em relação a ela é “dramática” – seguida de perto por “teimosa”. Mas Sarah faz tudo guiada pelo bom coração. Até mesmo deixar bem claro para Hugh Prentice que ele quase destruiu sua família naquele bendito duelo e que ela jamais poderá perdoá-lo.

Mas, ao serem forçados a passar uma semana na companhia um do outro, eles percebem que nem sempre convém confiar em primeiras impressões. E, quando um beijo leva a outro, e mais outro, e ainda outro, o matemático pode perder a conta e a donzela pode, pela primeira vez, ficar sem palavras.”

 

Veja a primeira parte do Diário de Leitura Quarteto Smythe-Smith, aqui.

Veja a resenha de Simplesmente o Paraíso, primeiro livro do Quarteto Smythe-Smith, aqui.

Veja a resenha de Uma Noite Como Esta, segundo livro do Quarteto Smythe-Smith, aqui.

 

A Soma de Todos os Beijos é o tipo de livro que você termina de ler e tem a sensação de estar com borboletas no estômago! Definitivamente, um romance com esse título não poderia ser menos que perfeito, mas Julia Quinn consegue ser delicadamente marcante em sua escrita, superando sempre as expectativas.

Depois de muita confusão envolvendo o nome de Lorde Hugh Prentice, que, conforme vimos nos livros anteriores, em um momento de embriaguez desafiou Daniel Smythe-Smith para um duelo por um motivo ridículo e acabou ferido na perna, finalmente conhecemos um pouco mais sobre o homem que quase arruinara a família Smythe-Smith. Sim, porque era exatamente assim que pensava Lady Sarah Pleinsworth. Por causa do acontecido entre Hugh e Daniel, ela não pôde debutar na temporada que foi uma das melhores para casamentos na Inglaterra.

Sarah odiava Hugh Prentice pelo que o que ele provocara em sua família, embora, no presente momento tudo já estivesse esclarecido e resolvido. Inclusive Daniel já o havia perdoado. Lorde Hugh conhecera Sarah em um evento onde ela pôde colocar para fora toda a sua veia dramática, proferindo-lhe os mais estranhos insultos. No entanto, lá estavam os dois para a temporada de casamentos Smythe-Smith. A primeira cerimônia seria de Honoria e Marcus (Simplesmente o Paraíso) e, quase em seguida, Daniel e Anne se casariam (Uma Noite como Esta). Honória então, temendo que Hugh pudesse se sentir deslocado e até solitário nos eventos pede que a prima Sarah o faça companhia. Obviamente ela faz um drama, mas não pode recusar o pedido de uma noiva tão querida quanto sua prima.

Animosidades a parte, com o passar dos dias os dois desajustados percebem que se ajustam mais perfeitamente do que conseguem assumir. A sinceridade e o senso de humor ferino de Sarah e Hugh permite que certa cumplicidade logo se estabeleça entre os dois e, daí para estarem perdidamente apaixonados um pelo outro é apenas questão de algumas páginas.

E embora seja um livro de quase trezentas páginas, tendo tempo disponível, A Soma de Todos os Beijos é uma leitura tão envolvente e apaixonante que o livro pode ser facilmente lido em um único dia. Comparando com os dois primeiros, este é o meu favorito do Quarteto Smythe-Smith e uma das melhores leituras que eu fiz esse ano! Agora me resta terminar essa série linda e romântica com a leitura do último livro, Os Mistérios de Sir Richard, o qual tem Iris Smythe-Smith como protagonista.

 

 

Veja as minhas citações favoritas de A Soma de Todos os Beijos:

“- Apenas seja encantadora como sempre – disse ela, voltando o rosto para dentro da sala por um último segundo. – Ele vai amar você.

– Deus me livre.

– Deus trabalha de modos estranhos…

– Não tão estranhos.

– Quem desdenha…

– Não diga isso – interrompeu-a Sarah.

Honoria ergueu as sobrancelhas e Sarah atirou uma almofada nela.

Mas errou o alvo.” (p. 60)

 

Ele era um adversário à altura.

Ela nunca havia percebido que queria um adversário à altura.” (p. 81)

 

“- Descobri que as pessoas felizes são maçantes. Vocês dois, por outro lado, pareciam prestes a explodir. Então vim imediatamente.

Ela olhou de Hugh para Sarah e depois ordenou:

– Divirtam-me.” (p. 82)

 

“Lady Danbury bateu com a bengala no chão.

– Apesar da minha idade avançada, não me esqueço de nada – disse e fez uma pausa antes de emendar: – Exceto, ocasionalmente, do que acabei de falar.” (p. 83)

 

“Só um beijo. Nunca poderia ser só um beijo. Não com ele.” (p. 137)

 

“Beijou-lhe os lábios com suavidade. Depois beijou o nariz e cada um dos olhos. Era óbvio que estava se apaixonando por ela, mas nunca fora homem de falar sobre seus sentimentos, e as palavras ficaram presas na garganta. Então a beijou uma última vez, verdadeira e profundamente, esperando que ela entendesse o que isso significava: Que ele estava lhe oferecendo a própria alma.

Seu, pensou. Sou seu.” (p. 180)

 

Fonte da imagem: Pinterest da autora.

 

 

Título: A Soma de Todos os Beijos (Série Quarteto Smythe-Smith, livro 3)
Autora: Julia Quinn
Tradução: Ana Rodrigues e Maria Clara de Biase
Editora: Arqueiro
Páginas: 272

 

 

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Livro Simplesmente o Paraíso

Livro Uma Noite Como Esta

Livro A Soma de Todos os Beijos

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abril 21, 2017

[RESENHA] UMA NOITE COMO ESTA, DE JULIA QUINN

Sinopse: “Anne Wynter pode não ser quem diz que é… Mas está se saindo muito bem como governanta de três jovenzinhas bem-nascidas. Seu trabalho é bastante desafiador: em uma única semana ela precisa se esconder em um depósito de instrumentos musicais, interpretar uma rainha má em uma peça que pode ser uma tragédia ou, talvez, uma comédia – ninguém sabe ao certo – e cuidar dos ferimentos do irresistível conde de Winstead. Após anos se esquivando de avanços masculinos indesejados, ele é o primeiro homem que a deixa verdadeiramente tentada, e está cada vez mais difícil para ela lembrar que uma governanta não tem o direito de flertar com um nobre.

Daniel Smythe-Smith pode estar em perigo… Mas isso não impede o jovem conde de se apaixonar. Quando ele vê uma misteriosa mulher no concerto anual na casa de sua família, promete fazer de tudo para conhecê-la melhor, mesmo que isso signifique passar os dias na companhia de uma menina de 10 anos que pensa que é um unicórnio.

O problema é que Daniel tem um inimigo que prometeu matá-lo. Mesmo assim, no momento em que vê Anne ser ameaçada, ele não mede esforços para salvá-la e garantir seu final feliz com ela.”

 

Veja a primeira parte do Diário de Leitura Quarteto Smythe-Smith aqui.

Veja a resenha de Simplesmente o Paraíso, primeiro livro do Quarteto Smythe-Smith, aqui.

 

Uma Noite Como Esta é o segundo volume do quarteto Smythe-Smith e eu reafirmo tudo o que disse no post anterior sobre o estilo enxuto na escrita de Julia Quinn, assim como a leveza no romantismo com toques singelos de comicidade. É uma fórmula que, quando bem feita, não cansa os leitores e Quinn é realmente uma ótima escritora.

Em toda a minha vida de leitora, uma coisa que eu sempre procurei fugir é de séries com intermináveis continuações. Autoras como Julia Quinn conseguem fazer uma série em que não importa a ordem de leitura dos livros, ainda que você consiga entender melhor as referências tendo lido as publicações na ordem estabelecida. Cada livro foca em um personagem integrante de certo grupo social e/ou familiar e, o melhor de tudo: tratam-se de histórias independentes.

No segundo livro do quarteto Smythe-Smith, conhecemos um pouco mais sobre Daniel, o Conde de Wintead, irmão de Honoria, que estava exilado na Itália por um desentendimento bobo com Lorde Hugh Prentice, que acabou tomando proporções maiores que deveria: um duelo entre os dois amigos. Três anos depois de ter sido forçado a deixar a Inglaterra, sob a ameaça de morte pelo pai de Hug, Lorde Ramsgate, Daniel volta para casa no dia do concerto anual das Smythes-Smith e conhece Anne, uma linda jovem que substituiu sua prima Sarah na apresentação.

Anne é a governanta das irmãs mais novas de Sarah e sabe muito bem que um envolvimento com um conde seria uma grande tolice. Mas… ela sente-se cada vez mais atraída por ele. A governanta esconde o segredo de sua verdadeira identidade, pois foge de uma pessoa que a fez muito mal no passado e a persegue, com o intuito de acertar as contas.

Julia Quinn não parece ter um compromisso em evidenciar os aspectos sociais da época sobre a qual escreve, e isso é muito bom. Existem muitos romances clássicos e históricos dos quais podemos tirar inúmeras lições e aprender sobre a época, com relatos de quem a viveu (no caso dos clássicos). Nesta história, um conde decide se casar com a governanta porque está apaixonado por ela e… ponto final. Ninguém se opõe, a família inclusive gosta da moça e logo a acolhe como membro. Certamente um conde podia fazer o que bem entendesse com o seu destino, mas as coisas não seriam fáceis para uma noiva fora daquilo que era esperado para ele. Gostei do foco ser mais o romance e os conflitos do passado dos dois personagens que a questão da mobilidade social alcançada por meio do casamento. Estava sentindo falta de livros que alegrassem o meu dia (ou noite), com uma história bem contada e com conflitos na medida certa.

 

Ps.: Não poderia finalizar essa resenha sem falar sobre a escritora Harriet e a adoradora de unicórnios, Frances. Após ler esse livro, sempre que vejo um unicórnio lembro-me da personagem. E quando estou escrevendo ou lendo uma história muito maluca, tipo Henrique VIII e o unicórnio do mal, Harriet logo me vem à cabeça. O romance entre Daniel e Anne é lindo, mas as pequenas Smythe-Smith são um charme a parte nesta história. O próximo romance, A Soma de Todos Os Beijos, é sobre a irmã de Harriet e Francis, Sarah. E também sobre Lorde Hugh Prentice. Até lá!

 

 

Veja abaixo as minhas citações favoritas do livro Uma Noite Como Esta:

“-Acho… – disse ele em um tom perplexo. – Acho que preciso beijá-la.

Ela recuou de forma abrupta, não parecendo exatamente assustada, mas sim confusa. Ou talvez preocupada.

Mulher esperta. Sem dúvida ele parecia um louco.

– Um beijo rápido – assegurou Daniel. – Só preciso lembrar a mim mesmo…

Ela permaneceu em silêncio, então, como se não pudesse se conter, perguntou:

– O quê?

Ele sorriu. Gostou da voz dela. Era reconfortante e agradável, como um bom conhaque. Ou um dia de verão.

– O que é bom – respondeu. (p. 26 e 27)

 

“-Milorde…

– Daniel – corrigiu ele.

Ela arregalou os olhos, chocada.

– O quê?

– Meu nome é Daniel.

– Eu sei. Mas não vou chamá-lo assim.

– Bem, é uma pena. Mas valeu a pena tentar. Vamos, então… – Ele estendeu o braço, e ela ficou impassível. – Vamos indo? – insistiu.

– Não irei com o senhor.

Ele deu um vago sorriso. Mesmo com um dos lados da boca vermelho e inchado, o homem parecia um demônio.

– Isso significa que vai ficar comigo?” (p. 38)

 

“Enquanto as meninas contavam os passos ao longo do Rotten Row, ele e a Srta. Wynter ficaram sentados conversando sobre nada em particular. E durante todo aquele tempo, Daniel não conseguia parar de pensar em como gostaria de pegar a mão dela.

Só isso. Apenas a mão dela.

Ele a levaria aos lábios e inclinaria a cabeça em uma saudação terna. E saberia que aquele beijo simples e cavalheiresco seria o começo de algo fantástico.” (p. 62)

 

 “- Esse beijo – continuou Daniel, a voz ardendo de desejo contido. – Esse beijo… Eu o desejo com um fervor que abala a minha alma. Não tenho ideia de por que o desejo, mas foi o que senti no instante em que a vi ao piano, e isso só aumentou desde então.” (p. 105)

 

“- Pode me beijar apenas uma vez? – sussurrou ela. Porque realmente queria aquilo. Queria um sabor de perfeição, mesmo que soubesse que não poderia desejar mais. – Pode me beijar uma única vez, e nunca mais voltar a fazer isso?” (p. 107)

 

“Mas quando se acomodavam em seus assentos, na sala de refeições cheia da estalagem, Daniel a fitou do outro lado da mesa e não foi a sua beleza que viu. Foi seu coração. Sua alma. E teve a profunda sensação de que sua vida nunca mais seria a mesma.” (p. 150)

 

“Daniel se manteve muito quieto, esperando pela onda de ciúme que não veio. Estava furioso com o homem que se aproveitara da inocência dela, mas não sentiu ciúme. Não precisava ser o primeiro, percebeu. Precisava ser apenas o último.” (p. 214)

 

“- Quer se casar comigo?

– Eu já disse que sim – respondeu Anne com um sorriso curioso.

– Eu sei. Mas quis perguntar de novo.

– Então, aceito de novo.” (p. 262)

 

 

 

Título: Uma Noite Como Esta (Série Quarteto Smythe-Smith, livro 2)
Autora: Julia Quinn
Tradução: Ana Rodrigues
Editora: Arqueiro
Páginas: 272

 

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Livro Os Segredos de Sir Richard

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